Archive for the Poems Category

Ui!!! Ui!!! Háááá…

Posted in Poems on July 12, 2008 by pereiradasilva

Saiu,

Apanhou, berrou,

Mamou,

Menino Bem.

 

Só sensações,

Não vê,

Não conhece símbolos,

Nem sinais,

Nem o entender.

 

Começa a ver:

O boneco, o ser e o entender.

Aparece a sorrir,

Já é alguém no determinar

Menino Bem.

 

Vem o ler para crescer no determinar,

????!!!! Sem parar

No Mal e no Bem.

 

As respostas que lhe dão

Num armazenar.

Bola de pingue-pongue no ar

Rapaz menino Bem.

 

Sonhar!!!

 

De pergunta em pergunta…

Já não pode parar.

No entender cismar!!!

 

Mudo

 

Descobre o mito,

A guerra nos mitos.

Vozes, vozes, gritos!

Pai menino Bem.

 

Interroga? Interroga?…

Porquê o nada? Porquê o tudo?

Avô menino Bem.

 

Só o que teve tem.

 

 

 

Saiu

berrou

apanhou

mamou

fez o que é normal

o menino de sua mãe.

 

Só sensações, sem ver,

não traz símbolos

não conhece sinais

nem o entender.

 

Começa a ver:

o boneco, o ser e o atrapalhar,

aparece o sorrir,

é já alguém no entender,

vem o ler para crescer no estar

?????????…………

!!!!!!!!!!!!…………

No bem e no mal

as respostas que lhe dão…

 

Bola de pingue-pongue no ar

assim se vai fazendo

menino de sua mãe.

 

De pergunta em pergunta

já não pode parar na contradição

tudo entende, por entender

o que é todos em querer

?….!…..?…..!…..?…..! Viveu

quase tudo entendeu Bem

o mais importante:

o mundo universo…

O eco não deu

ao mais importante

quem sou eu?!…

Sempre o eco respondeu

menino de sua mãe EE! EEE! E!..

 

Manuel Pereira da Silva

Amizaduuummm!!!!

Posted in Poems with tags , on June 29, 2008 by pereiradasilva

Amar além do já lembrado,

do presente estar andando,

e, de ti já ter lembrado

muito de vez em quando:

 

Imagens, sons, tempos, espaços;

luz que vou lembrando,

entre mim e ti, sempre presente,

enquanto vou estando.

 

Sorrindo, sério de ser,

fazendo o querer determinado,

ando de andar

bem suado.

 

Alegria de ver longe,

sorrindo de quando em quando

com as imagens que tendo,

o tempo se vai passando

………………………………..

 

a amizade ficando.

 

Manuel Pereira da Silva

Nome

Posted in Poems with tags , on June 28, 2008 by pereiradasilva

O meu nome,
é ser eu no exterior;
No interior,
Não sou o meu nome
sou mais que isso.
No exterior o meu nome está em causa,
no interior é a vida em si,
a causa é dos outros,
no interior sou eu,
eu sou mais importante que a causa.
Coisas pensadas e sentidas
de tanta monta.
Mania!
A mania é uma força que nos empurra…
No final só deixamos a mania.
engraçado, este faz de conta!

Manuel Pereira da Silva

Palavreado

Posted in Poems with tags , on June 2, 2008 by pereiradasilva

O ano passou

não tem retorno,

sou como sou

de mim sou dono.

 

Palavras palavras

para o bem, para o mal,

para tudo dão

de tudo dão sinal.

 

Estas te encontrarão

bem, espero.

passado e presente

amizade de ferro.

 

Sem sinais de ferrugem?!

O resto? É o que é for…

A continuar sempre

para além do milénium.

 

Sonhar!

Sonhar!

Eis o remédio!

Manuel Pereira da Silva

Palavrariuuummm!

Posted in Poems with tags , on May 6, 2008 by pereiradasilva

Daqui te vejo

daqui te penso

daqui estás em mim,

e disso me comovo,

é assim!!!…

 

Imagens por palavras

daqui as fabrico

neste jogo solto

delas me sirvo.

 

Jogo de sentimentos

alegre,

divertido,

não só em festas…

Faz sentido.

 

Com elas me movo

e disso estou,

com elas brinco

em quanto sou.

 

Manuel Pereira da Silva

Criar

Posted in Poems with tags , on May 6, 2008 by pereiradasilva

Procuro acrescentar,

criando,

ao que a natureza me deu,

mas fico a pensar

se sou ela ou eu.

 

Manuel Pereira da Silva

Satisfação

Posted in Poems with tags , on May 6, 2008 by pereiradasilva

Atiro o pensamento

em toda a espécie de cores,

aguardo em silêncio

a resposta que me falta.

 

Todos os ecos que me chegam,

meus e dos outros,

que pensamentos lançaram

repetem-se,

não dizem quem sou,

nem porque estou

e para que estou.

 

Só sei que estou

o eco só diz quem não sou.

contemplo os ecos que chegam

dos pensamentos lançados

e, não fico sossegado,

mas não fico agitado.

 

Umas vezes com cores frias,

outras de cores quentes

disso fico animado.

 

É nessa animação

que fico à espera do eco,

que me daria satisfação

por todos procurado,

atiro o pensamento

em toda a espécie de cores.

 

Manuel Pereira da Silva